
Uau. Minha vida é a coisa mais parada do mundo e mesmo assim eu mudo tanto a cada sete dias, que no fim das contas nem sei quem é a versão real de mim mesma.
Trabalho enobrece, hum?
Blefe é um troço que só funciona nos filmes. Quando eu estava no site fútil, fui convidada a passar pra oito horas, ganhando mais que os outros colegas porque eles queriam mesmo que eu ficasse lá. Mas o valor era menor do que oito horas no site inteligente, então não pensei duas vezes e me mandei.
Passei um mês trabalhando quatro horas e agora fui “promovida” pra oito. Mas sabe qual é a boa? O salário não é o que havia sido comentado no dia da entrevista. E é menor do que o ofertado no site fútil.
Ok, aquele era um ambiente horrível de se trabalhar e eu acabaria matando alguém. Mas eu sou taurina, mercenária, pombas. Dinheiro é uma das coisa que realmente importam pra mim. Me senti meio trapaceada, mas depois dei de ombros. Estou trabalhando com TI, enfrentando meus terrores, ligando para pessoas e sendo normal.
O coraçãozinho, oi?
Semana passada, neste mesmo bat-canal, eu estava me despedaçando por um guri que não vejo há uns três anos. Bastou racionalizar um pouco e perceber que sou mesmo uma criança. Só consigo pensar no Al Pacino e seu mafioso “forget about it”. Eu tenho uma certa fixação pelas pessoas, mas é só isso. E, felizmente, isso passa rápido. Então, forget about it querida amiga.
Coisa de novela: reencontrei o bonito sem querer, procurando uma casa de estudantes onde a ‘esposa’ dele vive. mas minhas pulguinhas (rárá) contaram que ela tá indo embora de lá. O que é bom por três motivos: a)nada de climão b)nada de reencontros pra bagunçar minhas idéias c)uma vaga a mais na casa. preciso morar lá, dude!
Working on my fitness
Trabalhar 8 horas por dia vai me emagrecer. Nos dias iniciais foi assim. Bolacha água e sal às 7 da manhã, halls durante o dia e às 11 da noite, mais umas bolachinhas antes de dormir. Para fugir da ‘aura de almoço’ que toma conta da Cidade Baixa, me escondo no Parque da Redenção, ouvindo os cafézinhos da poprock/atlântida e comendo halls light.
Hoje, sábado, cheguei a 59,60. Estar abaixo da barreira psicológica dos maldito sessenta me deixa feliz. Pra comemorar, saí pra fazer compras. Três calças 38 sociais (porque afinal agora eu sou uma moça de negócios e não uma adolescente que usa camiseta dos beatles e all star) e uns sapatos lindões, infelizmente não muito altos. Mas não precisa, porque tenho 1,73 néam ^^ ? Melhor experiência do mundo: entrar em uma loja estando magra. Acho que eu não entrava em lojas, por livre e espontânea vontade, há uns dois anos. Só pra comprar o básico, e sempre super deprê….
E eu devo tudo isso à academia, na real. Porque foi o pontapé inicial na construção da auto-estima que nunca tive. Nesse mês que fiquei sem a academia não deixei a peteca despencar, e segui me exercitando em casa. Não é a mesma coisa, mas gasta o mesmo número de calorias. Mas vou voltar agora em março. E farei aulas de muay thai. Ou hapkido.
Sweet home alabama
Vou morar em Porto Alegre a partir da próxima semana, se tudo der certo. Pra começar, vou dividir um quarto com outras ilustres desconhecidas, na Cidade Baixa ou na Andradas (ainda não me decidi). Depois pode ser que eu vá pra uma dessas repúblicas, ou pra um JK só meu, ou pra uma casa com minha progenitôra. O lance vai funcionar de forma que eu faça academia, vá para o trabalho, pratique alguma arte marcial durante o horário de almoço, volte para o trabalho, vá para a unisinos, volte para porto de van, e caia na cama. até o outro dia.
Bonito demais. Mas, morar no bairro boêmio de porto Alegre pode trazer de volta alguns maus hábitos. Mal posso esperar. Rárá.
Ouço Honorary Title enquanto escrevo. E olha a letra que o boniteenho está cantando:
Trust me when I say just a few more weeks
Don’t move
Resist temptation
Or do you see fit, just choose
(ah. vá se catar)
Outra:
Ainda estou nessa de Fergie/Akon/Rihanna e não me orgulho muito disso, não.
PS1: apesar de vegan e natureba, eu odeio cães.
PS2: que feeeeeia. desculpa, falei.